
Tem uma música do Clamus chamada "Alegria Irrelevante" que fala de como as pessoas se apoiam em pequenas coisas, sejam elas materias ou etéreas, para estarem sempre felizes, porém essa felicidade é vazia e apoiada apenas por essas pequenas "alegrias" que as pessoas criam para preencher sua vida. Seja uma festa, uma peça de roupa, um carro, um namorado, sempre coisas exteriores a elas, nunca dentro delas, em que elas possam ter base e confiança em si mesmas: caráter, formação, informação, cultura. Itens essenciais para uma vida bem melhor. E o pior. As pessoas idealizam essa tal felicidade como vindoura, como uma utopia criada para "algum dia" ser feliz. "No dia que eu casar...", "No dia que eu comprar um carro...", "No dia que eu tiver aquela casa..." e assim vai, sua vida vai se esvaindo em possíveis alegrias (felicidades) que talvez nunca possam vir, o que na maioria acontece, afinal elas nunca estão satisfeitas com a sua condição, quem tem cabelo liso, quer ter ondulado; quem tem um fusca, que ter um palio; quem tem nariz de batata, quer ter um afilado, então é nesse ideal de felicidade que as pessoas se apóiam. De ter o que não tem. Então as pessoas nunca são felizes? Algumas são sim, guardadas as devidas proporções, mas não sabem. Tirando aquelas cuja vida realmente é miserável (não apenas economicamente), elas tem um "quê" de felicidade na sua vida. Vc nunca é feliz, vc está feliz. Quando se está com fome e imediatamente come, quando está com uma grana no bolso, quando se beija quem gosta, vc é feliz naquele momento. E o mais importante, sendo realmente quem vc é. E assim vai, tendo alegrias e tristezas, mas nunca uma condição imutável de vida. Não existe: "Agora sou feliz!", isso dura muito pouco, até se achar outro objetivo para ser feliz na sua irrelevância e pequenez. Pontanto duas coisas, 1a.: a vida é bem curtinha, por isso meter o aço é preciso, aproveitando-se dela o máximo que puder, faça o que tu queres. 2o.: se a verdade às vezes machuca, esteja sempre preparado para a dor. Aceito sugestões.
Escrito por carjam7 às 20h27
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Segunda foi um dia de descanso. Tava realmente precisando. Mesmo. A semana passada foi punk. Domingo fui ao show com todo o I. Society (Fêkin, B.F.O., Panda e Eu) mais o Lucas e uma galera. A gente riu muito e como sempre encontrou muita gente legal lah, apesar de no último show no Off Road ter passado bons momentos com uma pessoa sentindo o clima das músicas e ouvindo coisas legais, nesse eu fiquei apenas ouvindo e curtindo a música (e foi ótimo pra eu não ficar pensando no outro dia, tendo dúvidas se aquilo que eu tinha ouvido era verdade ou mentira). Cada música com sua história, umas alegres, outras tristes, mas todas boas de lembrar, foi um ótimo show. E como tinha dito antes, comemorei com quem realmente tava com vontade de comemorar. Ah, domingo antes do show ensaiei com meu baixo novo e ele é simplesmente DUCARAIO. Gostei ó. Ontem entrei na net p/ ver meu mail, quando vi que tinha recebido um emotioncard. Achei legal. Não era o que eu esperava, uma mensagem que me dissesse algo. Mas foi bom. Um “oi” especial. Mas é isso aí, essa era a intenção. Pra saber como eu e minha família estávamos, que torce por mim, coisa de amigo. Coisas que eu sei. Mas amigo não tem receio de ver outro...ou tem?
Escrito por carjam7 às 15h08
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Vou falar mais ou menos como foi essas semana: Virei a noite trabalhando de 3a. p/ 4a. Blza. Depois de 5a. p/ 6a. Blza. E estou trabalhando em pleno sábado à noite para entregar um trabalho. Ossos do oficio...Mas apesar de tudo um monte de coisa boa aconteceu: Sexta deu tempo de sair c/ a galera da agência, depois com o André e o Dangelo (fomos em alfa-centauro). Sábado acordei cedo e fui p/ centro resolver um bocado de coisa que estavam pendentes: Adquiri um baixo novo, comprei as peças do que está por vir e ainda sobrou uma graninha, ganhei o ingresso do Los Hermanos da Bárbara (valeu bárbara, vou pedir p/ eles tocarem sua música!), só não ensaiei, mas hj vai ter com certeza e tô azilado p/ tocar no baixo novo. E teve a 5a. que eu fui p/ minha 1a. sessão de acupuntura, que foi muito legal. Eu pensei que a médica fosse tipo aquela galera estilo new age: "venha, relaxe, sinta a folha que cai da palmeira...", mas não...ela é anestesista e disse que a acupuntura não trabalha só com a energia, mas mexe no físico tbm. Quando as agulhinhas são colocadas nos pontos específicos, o corpo libera substâncias da qual ele precisa para relaxar, ou seja, é uma droga que seu corpo produz e te faz muito bem, tanto fisicamente como mentalmente E me senti muito bem obrigado, acho que vai me ajudar muito. Apesar dos pesares foi tudo bem proveitoso.
Escrito por carjam7 às 04h03
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